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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

The favela is here!




Confesso a você não lembrar o dia em que eu vi o Corinthians ganhar o mundial da Fifa em 2000 em pleno Maracanã, sei pelo que contam que foi a segunda maior invasão corintiana da história, a primeira foi 24 anos antes em 1976, também no Maracanã.

Bem eu posso até não ter visto ou não me lembrar daquela partida que levou o time do parque são Jorge ao topo do mundo e ao delírio de toda uma nação, mas ainda bem que o passado vira história, ficando registrado, podendo um dia ser lido por alguns e contado pra muitos.
O Corinthians de 2000 foi empurrado por cerca de 20 mil corintianos que viajaram de São Paulo ao Rio de Janeiro numa viagem de seis horas para dar apoio ao Rincón, Fernando Baiano, Marcelinho, Luizão, Edu e companhia. Os guerreiros estavam em campo naquela partida que terminou do jeito que a Fiel gosta “nos pênaltis” 4x3 Timão. Marcelinho poderia ter sido considerado o carrasco, pois chutou nas mãos de Jéfferson a bola do título, porém a responsabilidade caiu toda sobre Edmundo, que poderia ter sido o herói de uma nação vascaína partiu, bateu... errou. O mundo para o Vasco acabou nos pés de Edmundo e começou para o Corinthians.
Hoje 12 anos depois o feito se repete, uma nova invasão ainda maior que a de 2000 entra para a história do futebol mundial, dessa vez a torcida foi para o outro lado do mundo em Yokohama no Japão ver o time do Parque são Jorge vencer o favorito Chelsea até então o atual campeão Europeu. Trinta mil torcedores foi um Pacaembu inteiro para o Japão, o décimo segundo jogador de um time que parou o Brasil e o mundo era um torcedor louco, fanático, que vendeu a casa, o carro, gastou o dinheiro do casamento, perdeu a mulher, o sonho de ter uma família para ganhar o mundo com o Timão. A estes torcedores meus sinceros parabéns.
Dessa vez os guerreiros não eram os mesmos de 2000, o elenco se renovou. O time caiu em 2007 para a série B, mas voltou com honras de campeão (Brasileiro da série B) em 2008, conquistou o Paulista e a Copa do Brasil de 2009 com o fenômeno Ronaldo no ataque, em 2010 amargou o centenário sem erguer uma taça se quer, já em 2011 conquistou o Brasil e se consagrou pentacampeão brasileiro e em 2012 conquistou pela primeira vez a América, com honras de campeão invicto da Libertadores e não satisfeito conquista o mundo pela segunda vez.  Alessandro, Chicão, Douglas e Julio Cesar que ergueram a taça da serie B em 2008, provaram que um time não é feito de títulos e que pra tudo existe um tempo certo, por isso ontem estavam em Yokohama vibrando junto com os demais.
Brasileiros guerreiros, que defenderam e atacaram, um Peruano de nome Guerrero que estava sozinho no lugar certo, na hora certa e com o seu cabelo moicano e como uma tatuagem estranha atrás da orelha fez de cabeça os dois gols do Corinthians no mundial. Bem demos honra a quem teve honra a camisa, Cássio que certamente tinha 14 anos em 2000, viu Dida brilhar pegando pênaltis e TUDO no Maracanã, ontem brilhou pegando apenas TUDO. Por isso com honras foi eleito o melhor jogador do mundial. Se não me engano só Rogério Ceni (em 2005) e ele como goleiros conseguiram esse feito.


É posso não me lembrar desse título de 2000, mas não vou me esquecer nunca dessa manhã de dezembro de 2012. Este é o Esporte Clube Corinthians Paulista que saiu do terrão de Itaquera, conquistou o mundo e levou a favela para o Japão.

Bruno Martins
17 de dezembro de 2012 às 22h15

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Riquelme as lágrimas diz adeus ao Boca "Não tenho nada para dar".


O sonho de se consagrar hepta campeão da America acabou para o Boca, com a vitória do Corinthians por 2 x 0 no Pacaembu a taça da Libertadores ficou para o time do Parque São Jorge, sem perder um jogo o Corinthians fez por merecer. Eliminou os principais clubes que poderiam ganhar o título, primeiro o Vasco, depois o Santos e calou a boca de todos ganhando do Boca Juniors na final. 
O Corinthians entra para a história duas vezes "Campeão da libertadores da America invicto" e também por ser o responsável pela saída do craque Riquelme do time do Boca Juniors. Parece mentira, mas é a pura verdade.


Segundo o jornal de esportes Argentino Canchallena La Nacion Riquelme na saída do vestiário disse que não jogará mais no Boca.

"Eu amo este clube e aqui eu não posso jogar metade" "Não tenho nada para dar", disse Riquelme entre lágrimas.

Com a camisa do Boca, Riquelme conquistou seis títulos argentinos, três Libertadores, uma Recopa Sul-Americana e um Mundial de Clubes. Ele defendeu o clube entre 1996 e 2002, quando se transferiu para o Barcelona. De lá, rumou ao Villarreal, onde ficou até 2007, quando retornou ao Boca por empréstimo. Depois de mais uma breve passagem pelo Villarreal, Riquelme chegou de volta ao Boca em 2008 e, desde então, não saiu mais do clube.

Veja na integra o vídeo em que Riquelme anuncia a sua saída do Boca.




terça-feira, 3 de julho de 2012

Bete balanço. Sinceramente "O Filme"

Ontem (02/07) eu resolvi viajar para uma época que eu não vivi, o youtube me levou para 1984 me dando a oportunidade de assistir Bete Balanço, um filme escrito e dirigido por Lael Rodrigues onde a estrela principal é Débora Bloch que interpreta Bete uma menina de 17 anos com quase 18, que resolveu deixar a sua cidade natal de Governador Valadares em Minas Gerais para tentar ganhar a vida como cantora no Rio de Janeiro.
Ela se hospeda na casa de Paulinho seu então amigo interpretado por Diogo Vilela. Certa vez ela presenciou a morte de um menino que foi brutalmente espancado em praça pública, por alguns moradores que estavam cansados com a onda de assaltos que ocorriam naquela época, um fotógrafo de nome Rodrigo interpretado pelo eterno Lauro Corona que passava naquele local registrou o acontecido, com o tempo ele resolve procurar as pessoas que aparecem nas fotos que ele tirou e saber delas o por que ninguém impediu o assassinato, foi ai que ele conheceu e logo se envolveu com Bete.
A menina de Valadares tanto se empenhou que logo conseguiu um espaço para mostrar o seu trabalho na industria fonográfica, porém sem muito sucesso. Sexo, droga e Rock and Roll traçam o panorama do filme que retrata o Rock brasileiro dos anos 80. Até Cazuza que compôs a trilha sonora do filme e o Barão Vermelho que gravou a canção, resolvem atuar no filme mostrando um pouco do trabalho da banda.  Até hoje Bete Balanço é a faixa título de maior sucesso da banda.

Foi o último filme de Lauro Corona que faleceu anos mais tarde, no dia 20 de julho de 1989 aos 32 anos.

Se você que não é daquela época como eu, ou até é mais não assistiu, ou quer matar a saudade eu coloquei na minha página o filme Bete balanço. Porque só falar não tem graça.




"A gente só conquista a liberdade quando não tem mais nada a perder."
Lauro Corona...

terça-feira, 26 de junho de 2012

O mundo e suas lei(turas)


Muitas vezes me pergunto será que esses homens não leem? Quando digo esses homens estou me referindo aos homens que fazem a guerra, que buscam ser melhores do que os outros matando-os sem dó e sem piedade.
E muitas vezes falamos para que lê se o que vemos são só mortes, crianças vendendo drogas para sustentarem suas famílias; se o que ouvimos não existe nos livros encantados pois são só besteiras e o que falamos muitas vezes não somos escutados.
Mas aprenda somente a leitura pode nos tirar deste mundo horrível em que vivemos, ela guarda surpresas incríveis e imagináveis, nos fazendo viajar de uma vida a outra fazendo nos sentir príncipes, guerreiros, mocinhos e malvados.
Quando lemos uma história em quadrinhos nos sentimos guerreiros, quando lemos um poema nos ficamos apaixonados, já quando lemos uma noticia triste no jornal ficamos horrorizados. Esse é o poder de transformação da leitura que faz com que palavras escritas em traços possam criar laços de poesia e amizade. Ela nos deixa mais culto, faz com que tenhamos novas amizades, faz com que expressemos nossas ideologias para garantirmos se não possível para nós, mas para nossos filhos um futuro melhor.


Este texto eu escrevi  no dia 12 de  setembro de 2006.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Tanto faz, tanto fez


Tanto faz, tanto fez
Eu estava indo para a faculdade, quando passei o pedágio da rodovia Presidente Dutra, um transito infernal me esperava no trevo de Bonsucesso (Guarulhos). Ambulâncias, carros do corpo de bombeiro, polícia militar e federal, buscavam espaço entre os carros para tentar salvar uma morte que certamente já era certa.
Eu vi pessoas correndo pelo acostamento cheio de carros desesperadas em seus celulares buscando uma ajuda que não conseguia sair do lugar. O sentimentalismo das pessoas que não estavam envolvidas diretamente naquele acidente era zero, enquanto os que corriam no acostamento choravam outros faziam piada, o motorista do ônibus em que eu estava descia no acostamento, acendia o seu cigarro e subia uma vez ou outra quando os carros andavam. Ao lado, dentro de um caminhão vi três homens sorrindo como se estivessem em um parque de diversões travados nos carrinhos de bate - bate.
Na pista além dos carros me deparei com vendedores ambulantes que aproveitaram o momento de lentidão, para ganharem o dinheiro do pão.
De repente uma ligação recebida por um passageiro que estava no ônibus em que eu estava, dizia o motivo daquele trânsito infernal. Dois ônibus fretados colidiram-se. Provavelmente um caminhão que estava quebrado do lado esquerdo da pista tenha sido o motivo da colisão. Os alunos que estavam dentro do fretado se desesperaram e pularam a saída de emergência do ônibus. Os mais prejudicados foram os motoristas, pois receberam a maior força do impacto, pó de cerra foi jogado na pista para evitar que o óleo que vazou do veículo se espalhasse ainda mais.
Os ônibus envolvidos no acidente eram da empresa Grandino que tem a sua matriz situada na cidade de Guarulhos e da empresa Starbel de Santa Isabel. A viajem seguiu eu fui para a minha faculdade e o ônibus em que eu estava continuou até o seu destino final.
Depois quando eu cheguei em casa e me deparei digitando essa notícia, conclui que a vida é rápida demais e eu devo aproveitá-la ao máximo, hoje foi um ônibus da Starbel, mas amanhã pode ser o meu por isso eu tenho que estar preparado e viver intensamente sem me preocupar com ninguém. Estou em segurança na minha casa, assim como aqueles três que estavam rindo dentro daquele caminhão provavelmente estão, assim como o motorista do meu ônibus que largou o volante para ir fumar o seu cigarro no acostamento também está. Mas e os envolvidos diretamente com aquela dor, que corriam desesperados em busca de um socorro será que eles estão em suas casas? Ah isso tanto faz, tanto fez.

Bruno Martins
21/05/2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O espetáculo tem que continuar.


A frase usada para encabeçar o título deste meu texto, foi à mesma usada por Pedro Bial para justificar a saída do participante Daniel, da casa do BBB 12.Daniel que por si só infringiu as regras da casa e praticou sexo com a participante Monique, seria somente um sexo, se a mesma não estivesse dopada inconsciente  do que estava acontecendo naquele momento.
O circo do BBB 12 é mesmo embaixo do edredom, é um espetáculo que Globo não mostra onde um predador ataca uma fêmea indefesa destruindo violentamente a boa imagem daquela que só entrou no jogo para ser a próxima bunda da PlayBoy.
Daniel jogou lixo neste grande lixão humano que é o Big Brother Brasil, manchou a imagem de bom apresentador do poeta Bial, que ficou sem argumentos para justificar um ato tão obsceno. Talvez ele até tivesse argumentos, mas o capitão Boninho não o deixou falar, afinal manda quem paga a conta.
Foi um desrespeito daquele que chegou para ser o Reality Show da família brasileira, e que hoje vende o sexo sem represálias para as nossas crianças que estão acordadas no horário nobre da teve Globo.
O Circo do BBB é mesmo embaixo do edredom e a plateia esta do outro lado da teve, anestesiada, vestida de palhaço esperando a próxima atração, quem sabe uma passada de mão, ou um beijo caliente. O circo esta pegando fogo, mas o espetáculo tem que continuar.
Bruno Martins
16/01/12 às 23:29 Hs

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A força de Alencar.


Até onde um homem pode ir com a força de vontade? Mesmo quando o seu corpo parecia pedir descanso eterno, la estava ele resolvendo um problema nacional quando na sua vida haviam vários. Chegaria este homem a algum lugar?

José Alencar dezessete cirurgias, nove tumores e muita força de vontade. Alencar chegou longe, do interior de Minas a Brasília, aos quatorze anos saiu de casa largando papai e mamãe (uma maneira dócil como ele mesmo se referia aos seus pais, já com os seus quase oitenta anos) para mais tarde se tornar um grande homem público. Foi empresário, senador e até se tornou o vice do Filho do Brasil.

Para muitos Alencar foi tarde demais, pois a própria nação sofria com o mesmo a cada internação, um câncer atrás do outro e uma grande história de superação. Hoje o Brasil esta de luto, pois morreu a única esperança que lhe restava de uma política mais simples regada à honestidade de Alencar, morreu o herói de uma nação que trabalhava atrás dos bastidores para arrumar um Brasil que caminhava as margens da solidão.

Até onde um homem pode ir com a força dos seus braços que muitas vezes se tornam fracos e frágeis, não suportando nem o peso do seu corpo? Este homem certamente não chegará a lugar algum se no caminho dele existir uma pedrinha que ele se acha incapaz de chutá-la. Quantas pedras chutou José Alencar? Foram incontáveis ele construiu a sua própria escada definiu cada degrau na medida em que ele queria e subiu acreditando que um dia ele chegaria ao topo. Hoje a ousadia de Alencar o levou ao topo, ele não desafiou a morte, mas lutou contra ela até o fim, muitas vezes foi jogado contra a parede, mas não se rendeu. Hoje ele morreu? Não! Ele apenas foi fazer uma viagem sem volta, para esquecer os problemas, o câncer, as cirurgias, ele não aguentava mais olhar para a cara dos médicos. Alencar um dia voltará numa outra vida, pois deixou aqui um grande legado, uma grande história de fé e determinação.

Um amigo Armando Machado se aqui estivesse, diria que para poucos homens como José Alencar, morrer uma vez só ficou barato demais.

Bruno Martins

29/03/2011


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Até onde o evangelho pode chegar?

Talvez essa não seja a maior questão a ser discutida, o que queremos abordar aqui é. Até onde você teria coragem de ir para levar o evangelho do Senhor Jesus? A palavra é bem clara aqueles que vieram antes de Jesus são ladrões e salteadores, só ele é o bom pastor porque deu a sua vida pelas suas ovelhas. João (10; 9 e 11)
 Mas o mundo ainda insiste em procurar um deus que não existe sobre imagens e esculturas, a multidão se prosta para um Jesus que ainda está crucificado na parede de alguma casa ou dentro de catedrais. E a pergunta agora é. Onde estão as ovelhas que não eram daquele aprisco do tempo de Cristo, mas que Jesus já visava num futuro próximo? Ainda tenho ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um pastor. (João 10; 16) Ou seja, onde estão as ovelhas da nossa geração?
O ano de 2011 já começou com luto, dor, provando que a cada dia mais está próxima a vinda de Cristo na terra. E como será a vida daqueles que ainda não estão salvos? O livro de Lucas mostra a história de um publicano, chamado Levi que largou tudo para seguir Jesus. Levi abriu a porta de sua casa para Jesus e preparou para ele um banquete especial, e outros publicanos que estavam com eles à mesa também participaram do banquete. Essa atitude de Levi levantou a irá de escribas e fariseus que não aceitavam que Jesus, um homem santo comece no meio de publicanos e pecadores.
Jesus se quisesse poderia ter vivido toda a sua vida em castelos e ser tratado como rei, mas ele quis estar no meio da multidão. Jesus não quis ser o único que tivesse por Deus pai o poder de curar e sarar todas as feridas, mas ele quis escolher apóstolos que continuassem o seu trabalho por gerações. Homens que testificassem os milagres que ele fez na terra e que onde colocassem as suas mãos por Deus pai iriam curar e sarar todas as feridas e essa atitude de Jesus lhe custou à vida.
Jesus respondeu aos mesmos escribas e fariseus que murmuraram quando ele estava sentado à mesa com publicanos e pecadores. Não necessitam de médico os que estão são, mas sim, os que estão enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas sim, os pecadores, ao arrependimento. (Lucas 5; 31 e 32)
O mundo necessita ser salvo, uma multidão precisa conhecer o Deus que você serve. O Deus que a Jesus deu o poder de curar e sarar feridas e esse dom se espalhou de geração em geração. Esse mesmo Jesus que se assentou naquela mesa não apenas para se banquetear com publicanos e pecadores, mas para pregar as boas novas do Deus pai, ele teve coragem de se infiltrar entre pecadores. E você até onde você teria coragem de ir para levar o evangelho do Deus pai?
Bruno Martins
24/01/2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O segredo do sucesso

Desde o tempo dos primórdios o ser humano usa vários meios para se comunicar e adquirir informações. Essa vontade de querer descobrir e de se inovar, faz com que as pessoas busquem a cada mais conhecimento.
Mas não basta apenas ter conhecimento tem que saber colocá-lo em prática. O ser humano não deve se limitar apenas naquilo que faz, por isso, buscamos nos espelhar em pessoas que foram exemplos para a nossa sociedade, se possível devemos até imitá-los, pois isso não é feio. Silvio Santos mesmo em um programa de tevê disse que quando começou sua carreira ele se espelhou em César de Alencar até ele conseguir adquirir sua personalidade própria. E o resultado dessa imitação para o sucesso deu ao empresário televisivo Silvio Santos um bom marketing pessoal.
O homem de hoje ainda acredita que somente com a sua própria personalidade irá conseguir vencer na vida, o seu ego exagerado não lhe permite enxergar que o sucesso mora ao lado.
Por isso devemos ser como máquinas copiadoras, observar e analisar cada gesto das pessoas e colocá-los em prática no nosso dia a dia afinal nessa vida ninguém faz sucesso sozinho.
Bruno Martins
(Redação para o vestibular da universidade ENIAC)
15/12/2010


*César de Alencar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ermelindo César de Alencar Mattos (Fortaleza6 de junho de 1917 — Rio de Janeiro14 de janeiro de 1990), mais conhecido comoCésar de Alencar, foi radialistaator de cinema e apresentador de televisão brasileiro.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O resgate da boa comunicação

As pessoas muitas vezes antes de escolherem uma profissão procuram apenas saber:
____ Será que serei reconhecido?
____ O que fazer?
____ Ou quanto vou ganhar?


Talvez a última das três perguntas seja a que todos um dia já fizeram e é uma pena, pois a maioria acaba sempre escolhendo a qual paga mais e muitas vezes o que vemos são médicos presos por abusarem sexualmente de seus pacientes, malas, cuecas e meias recheadas do dinheiro público. Será que eles sentem amor pelo que fazem?
É graças à comunicação que descobrimos todas as tramoias que a nós são feitas, embora seja uma pena que o que mais nos comove nestes casos é a espetacularização feita pela mídia em cima dos mesmos.


Alguns apresentadores de telejornais hoje difamam a profissão que no passado foi à janela da liberdade de expressão de povos que se sentiam presos a um governo chauvinista.
Conforme diz o incerto de Edmund Wilson o individuo deve certificar-se de que está servindo a humanidade. O jornalista tem que ter consciência de que ele está representando um povo atrás de seu microfone.  


Ao ligar o meu televisor e ver que os telejornais hoje ganham audiência não pela comoção da história, mas sim pelos gritos de seus ancoras bem vestidos que trazem no rosto um nariz de palhaço, sinto cada vez mais vontade de realizar um sonho de exercer a profissão, não pela pretensão salarial, mas sim por amor e quem sabe conseguir assim ressuscitar o bom e velho jornalismo que a própria mídia enterrou.

Bruno Martins
(Redação para o vestibular da universidade Casper Líbero)


13/12/2009

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Recomeçar

Há um ano eu escrevi sobre o acidente natural ocorrido em Angra dos Reis no mesmo Rio de Janeiro que hoje chora pela chuva que mata.

Dor, desespero, condomínios luxuosos debaixo da lama, famílias que procuram entre encostas desabadas a dignidade que se foi com a correnteza. Na hora da dor as mãos se tornam a única ferramenta que pode ser usada na procura desesperada de corpos.
Encontrar forças quando as lágrimas não cessam a cair, ser solidário quando na verdade você precisa de colo, recomeçar do zero na construção de uma nova casa e em alguns casos na constituição de uma nova família. Não foi só a chuva que surpreendeu essas vítimas, mas a reação dos envolvidos nessa catástrofe propriamente dita foi uma lição de vida. 


A realidade que vivemos é cruel e dura, mas em quem vamos jogar a culpa? Enquanto a gávea quebrava os portões pela vinda do Ronaldinho ao Flamengo, a região serrana contava os mortos do maior desastre natural da história do Brasil segundo a ONU. O problema disso tudo é que as autoridades acham isso "Natural" demais no ano passado a mesma tragédia aconteceu e foi apenas um "acidente natural", esse ano foi a mesma coisa e como será 2012?
A realidade de um ano inteiro chegou cedo demais para os cariocas que ainda repousavam sobre a paz que imperava no Rio depois da guerra contra o tráfico. Dilma chegou agora, à mulher pegou o bonde andando não podemos culpá-la, mas os vestígios dos erros do seu antecessor começam a surgir e agora o que fazer? Não podemos pensar em um futuro olímpico enquanto o presente é de luto.

A morte dessa vez nem pediu licença invadiu, devastou, levou tudo o que havia pela frente. Engoliu cidades inteiras acabou com vidas e aos que ficaram sobraram apenas a vontade de vencer e as lembranças que o tempo não poderá apagar.



segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Hasta luego se Dios quiera




Ola que tal?
Estoy muy bien e tu?
Estoy muy bien gracias...
Pero aora me voi por las calles.
Entonces hasta luego se Dios quiera...
A conversa era assim rápida o menino não tinha muitos argumentos para conversar em outro idioma com seu velho amigo já um homem de cabelos grisalhos de nome Armando.
Armando era um brasileiro, aventureiro que adorava conversar em castelhano com seus amigos. Tinha assunto pra tudo de poesia à política quando queria escrever algo para a sua coluna no jornal da cidade Armando andava pelos bares da cidade em busca de inspiração era só encontrar alguém que não via há muito tempo e pronto, havia encontrado ali também o tema para escrever seu texto.
Quando eu tinha dezesseis anos minha irmã me matriculou num cursinho de espanhol, aceitei fazer até porque não tive outra opção. Éramos um grupo de nove a dez pessoas e nos reuníamos numa casinha no centro da cidade, o professor era um homem já aposentado que deu aula de história a vida inteira, mas que nunca havia feito um curso de espanhol. Machado como era chamado pelos alunos aprendeu esse idioma graças a sua paixão e influência que teve de alguns amigos que moravam em países como Uruguai, Chile, Argentina entre outros de sotaque castelhano. Pagávamos apenas vinte reais por mês mais as copias que ele tirava de suas apostilas. Mas com o tempo a turma que já era de poucos alunos foi se acabando e levaram com eles o desejo que aquele professor tinha em nos ensinar o que havia aprendido sozinho. O curso durou apenas um ano, mas eu e o Machado nunca perdemos o contato sempre nos esbarrávamos por ai, conversávamos de tudo e eu sempre o abordava perguntando quando ele voltaria a dar de novo “Las clases de Español?...”
Certa vez eu havia escrito um texto e mandei para o Armando ler e dar a sua opinião a respeito do assunto que abordei, eu por duas vezes fiz isso e ele sempre me deu boas sugestões de concordâncias e melhor uso das palavras...
Machado também foi escritor, por muito tempo havia sido redator de uma coluna de esportes do jornal da cidade, um são paulino de coração Ponte pretano que não escondia a sua paixão pela Macaca.
Uma semana antes de sua morte Armando escreveu sua última coluna no jornal da nossa cidade “Sala de espera.” Tão simples que até para morrer foi poeta, morreu em silêncio sem dizer nada para ninguém, morreu como um aventureiro que sempre foi.
Naquela mesma noite Machado viajou como de costume só que dessa vez para o exterior da vida, uma viajem sem volta que apenas deixou a lembrança das boas aulas de espanhol e das conversas que tínhamos pelos bares a fora.
Nem tive tempo de arrumar alguma maneira de apresentar o Armando para o Machado, eram tão parecidos que poderiam sim ser bons e velhos amigos, mas o tempo não permitiu que esse momento acontecesse.
Ao amigo Armando Machado conhecido pelos íntimos como professor Machadinho um homem que para mim nunca morreu, porque me ensinou que nessa vida uma morte só é pouco; termino assim essa crônica como sempre terminei nossas conversas.
Hasta luego se Dios quiera!
Bruno Martins
10/01/2011


    

  

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A morte faz mestrado

Fica fácil para os tele jornais dizerem em suas manchetes que mais um homem louco invadiu um supermercado e esfaqueou seis pessoas e que uma dessas pessoas veio a falecer.



Mas noticiar à morte ficou difícil demais para os informantes de plantão. Nos dias de hoje para se planejar uma morte, primeiro é necessário que haja um estudo do solo sim, pois será que as terras onde iremos colocar nossas bananas de dinamites são férteis? Assim como o solo é necessário que estudemos o ar, pois é sobre ele que vamos cruzar o mundo com nossos caças de guerras franceses de primeira qualidade. E por fim o último estudo e o mais importante é claro, o corpo humano. Existe toda uma anatomia por traz do suicídio precoce dos homens bombas, para se tornar um você tem que ter de preferência o ensino superior completo.

A morte abriu a sua própria escola, seus professores são lideres fascistas da Al Qaeda, formados em berços Vietnamitas. Estudar nessa escola está cada vez mais caro, por isso a faculdade da morte está distribuindo bolsas para estudantes carentes que não podem pagar o alto preço que é o suicídio. Mas invadir supermercados e esfaquear pessoas talvez já tenha virado mais uma dessas modas que o Brasil copiou dos Estados Unidos. A paz já não tem mais tanta importância. Para se tornar um terrorista é necessário ter atitudes inesperadas e inexplicáveis de um louco fanático que coleciona almas.

quarta-feira, 31 de março de 2010

O espetáculo da morte

Fecharam-se as cortinas de um crime bárbaro, que aos poucos virou espetáculo nacional. O assassinato de uma criança com toda a sua ternura e meiguice nos leva ao desconhecido desejo de conhecermos o vasto mundo do delito o mais fétido.
Isabella Nardoni uma criança até então desconhecida, morta brutalmente por um homem que um dia por inocência ela chamou de pai. Um parricídio que não respeitou se quer a ética moral do crime, deixando nos familiares dessa menina um vazio que jamais será preenchido.
O que leva uma pessoa a cometer um crime como esse e jurar de pés juntos que não foi ele? Aumentado dessa forma cada vez mais o ódio da população que fazia passeatas clamando por justiça. São essas mesmas pessoas que há dois anos atrás montaram platéias envolta do edifício London (local do crime) e da delegacia. Não podemos separar o joio do trigo, mas quando vi aquelas pessoas com cartazes e fotos da menina Isabella, pinchando às paredes da casa dos pais de Alexandre Nardoni deixando transcorrer a ideia de que são eles cúmplices deste crime bárbaro, culpados porque geraram um monstro.
Estariam essas pessoas lutando por justiça, ou estavam esperando a oportunidade de aparecerem numa foto jornal?
Alexandre Nardoni, Anna Carolina Jatobá foram condenados por um júri popular, homicídio triplamente qualificado pela morte de uma criança menor de quatorze anos. Trinta e um anos um mês e dez dias, vinte e seis anos e oito meses. Pergunto seria essa uma pena justa? Seria se não soubéssemos que os dois apenas passarão no máximo dez anos na cadeia. Mas a justiça foi feita isso é o que importa, mas assim como disse Shakespeare. “O perdão supera essa imponência, é um atributo que pertence a Deus, e o terreno poder se faz divino quando a piedade curva-se a justiça.”


Ou seja vamos sair nas ruas enquanto há amor entre os homens, vamos tirar os narizes de palhaço , vamos fazer cartazes e clamar por justiça para várias Isabella que ainda estão vivas a mercê da boçalidade de muitos homens. Ou será que a população se esqueceu que vivemos em um país onde a pedofilia é predominante, onde todos os dias um criança é violentada sexualmente? Essas crianças estão perdidas nos bairros periféricos das grandes cidades e trazem nos ombros um mundo sem luz e sem vida. Vamos acabar com este circo de espetáculos sem graças.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O amor da minha vida foi um neguinho

Sempre fui apaixonado por belas morenas, de coxas boas e belas nádegas. Muitas dessas morenas só tinham de belo a bunda, eram as famosas “Raimundas.” Até que em minha vida entrou o Neguinho.
Eu era apenas um moleque até que com o tempo ele me apresentou ao mundo, me mostrou a vida. O seu jeito acanhado aos poucos conquistou minha família inteira e quando vimos ele já fazia parte de nós, comia conosco, dividíamos a mesma cama.
O Neguinho não falava apenas se expressava numa maneira de nos pedir algo, nos enchia a paciência até que conseguíssemos entender qual era o seu pedido. Quando ele estava quieto eu chegava perto tentava ler a sua mente e adivinhar o que ele estava pensando, muitas vezes era falta de carinho um mimo bobo que para ele valia muito.
Neguinho tinha um velho hábito de encarar as pessoas olho no olho, era uma forma de conquistar o respeito. Certa vez uma garota veio até a minha casa, era tão magra que a pobre parecia ser anêmica, passou pelo Neguinho e se quer olhou para ele que irritado grudou no pescoço da garota. Foi difícil conte-lo aquele dia, mas ele apenas deixou uma marca de seus dentes, foi uma forma brutal que ele achou para conquistar o respeito já que ela se quer olhou nos seus olhos.
O tempo passou ele foi ficando doente, a cada dia ele ficava mais debilitado, incapaz se quer de latir para quem abrisse o portão de minha velha casa, sua mente já não falava mais comigo apenas o seu olhar que muitas vezes desviando-se de mim parecia me implorar “ajude-me.”
A tortura durou dois meses e meio não tive coragem de mandar sacrificá-lo, achava que as pessoas poderiam fazer sabão do pobre Neguinho. Até que a vida o levou e eu não pude fazer mais nada, fui até o pasto próximo a minha casa abri uma cova e enterrei sem cerimônias o cachorro que me apresentou ao mundo e que me ensinou que o respeito está no olhar de cada um. Orei pela sua alma e sai de lá com a certeza de que a sua morte até foi dolorida, mas no fundo foi prazeroso para ele morrer no lugar onde tudo começou.



“A o meu cachorro Neguinho que em minha vida,

foi mais parente que muita gente.”

domingo, 6 de setembro de 2009

Pequenas igrejas grandes negócios

Atualmente é grande o numero de igrejas evangélicas no Brasil a chamada religião protestante invadiu os morros das favelas, cortiços, bairros nobres e até lugares mais remotos. Tudo isso com um único objetivo levar a palavra de Deus aos que mais necessitam.
Embora esse grande avanço da igreja evangélica nos faz refletirmos diante do passado de nossos antecessores. Como eles faziam para irem aos cultos em meados dos anos cinquenta? Melhor ainda como era o evangelho daquele tempo? Sim porque com o avanço da tecnologia vários ministérios conseguiram ganhar o mundo e a igreja, por sua vez, levou através dos meios de telecomunicação uma palavra divina aos lugares onde a paz já não existe mais. Mas não iremos nos prender nessas perguntas das quais requerem muitas pesquisas.
As igrejas evangélicas ou de qualquer outra denominação são isentas de pagar impostos, mas são obrigadas o contribuir com obras de caridade do bairro ou cidade onde estão situadas. Recentemente a igreja “Universal do Reino de Deus” foi manchete nas páginas policiais de todo o mundo, onde o seu fundador Edir Macedo e mais nove integrantes foram acusados de receptação, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro entre outros fatos que a mídia não deixou de mostrar.
A igreja Universal está presente nos quatro cantos do mundo, seus cofres faturam um bilhão e quatrocentos milhões por ano, todo esse dinheiro vem do dizimo de fiéis que contribuindo com a igreja fez com que o ministério não parasse de crescer.
Este recente caso de Edir Macedo nos remete ao passado. Quem ainda se lembra de Estevam Soáres Hernandes e Sonia Hernandes o casal de missionários da igreja Renascer que também acabaram em cana por desviarem dinheiro dos cofres de seu ministério? Talvez acontecera o mesmo com Edir Macedo passarão – se os tempos e todos se esquecerão do ocorrido.
Com quem comparar Edir Macedo e Estevam Hernandes? Talvez não precisemos ir tão longe, eles não são tão diferentes de Paulo Maluf e Celso Pitta. A única diferença é que Maluf anda com documentos em mãos onde ele esbanja ao eleitor as obras que fez e ainda diz: “olha roubei mais fiz.” Já Macedo anda com sua bíblia debaixo do braço pregando a palavra falando de um Deus que o libertou do mundo e usando a história de Moisés que com seu cajado em mãos fez brotar água das pedras apenas com um toque e com isso ele arranca dinheiro e abusa da fé de terceiros. Você se arriscaria em comprar um carro usado da mão desses dois homens?
Uma nova profissão passa a ser exercida por ladrões vestidos de terno e gravata, só que esses não são políticos são pastores, que da teologia estudada só se lembram de que o dizimo é a obrigação dos fiéis para com o ministério de cristo.
Ah! Um abraço, a todos os pastores que são do tempo do evangelho antigo e que assim como muitos que já se foram nunca se esqueceram de seus deveres para com Deus.

“Maior é o espírito que
está em vós do que
o que está no mundo”

Ressuscitaram o rei enterraram a realidade.

Durante dois meses o mundo parou para acompanhar a misteriosa morte de Michael Jackson. Varias homenagens foram prestadas ao rei do pop em todo o mundo, nascido em Gary nos Estados Unidos começou a cantar aos cincos de idade como líder do “Jackson Five”, mas não iremos relembrar a vida desse pobre homem, vamos sim refletir sobre os fatos ocorridos antes e após a sua morte.
Quem se lembra de Neda Agha Soltan a jovem protestante que foi morta durante um protesto nas ruas do Irã? O vídeo onde a mesma aparece agonizando no chão, depois de ter levado um tiro no peito a queima roupa que ninguém sabe dizer de onde veio rodou o mundo.
Os protestantes acusam os militares de terem matado Neda, já os militares se defendem dizendo que apenas usavam balas de borracha para conter os oposicionistas que protestavam contra a reeleição do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad. O mesmo conseguiu proibir que a imprensa cobrisse o massacre que ocorre em seu país, mas não conseguiu impedir que os vídeos amadores que mostram que a tortura é a arma que representa o autoritarismo de seu governo, fossem vistos pela internet.
Mahmoud Ahmadinejad e Michael Jackson, o que eles têm em comum? Um virou rei sem medir esforços, mesmo com as acusações de pedofilia sempre conseguiu sair pela tangente, seu dinheiro comprou tudo menos a sua salvação. Já Ahmadinejad traz em seu perfil um idealismo próprio de poder, o que podemos chamar de nacionalismo exagerado. Mas ele conseguiu o que queria disperçar os olhos da mídia de seu país, com a morte de Michael Jackson o Irã deixou de existir e seus protestos já não são mais acompanhados nem em vídeos pela internet.
Certo é conhecemos Neda Agha Soltan no seu momento mais intimo, participamos de sua morte e mesmo assim a esquecemos, enterramos junto com ela a realidade e o Irã já não existe mais. Agora o mundo parece estar se preparando para a missa de sétimo dia da misteriosa morte de Michael Jackson.

No escurinho do senado

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas Dom Pedro em seu cavalo branco elegante gritar “Independência ou morte.” A história diz que o mesmo consolidou o Brasil independente porque estava fugindo de Portugal. Com isso uma pergunta não quer calar quem se tornou independente o Brasil ou Dom Pedro?
Cento oitenta e sete anos depois deputados e senadores fazem deste país que a história diz ser independente em uma casa de detenção para ladrões de primeira categoria onde para os mesmo não existem leis, pois as leis são eles, senadores que escondem a verdade do povo tornam essa pátria um espanto retumbante.
Homens que fazem do trabalhador escravo que gastam o nosso dinheiro honesto em noitadas de prazer regadas com muito sexo e bebida, enquanto os nossos filhos saem da escola para trabalhar os deles recebem o nosso dinheiro sem ao menos estudar. Voto fechado, senador sendo caçado é ladrão querendo detonar ladrão e com isso cada um detona a si próprio.
Acham que somos burros escondendo de nós no escurinho do senado a verdade que já sabíamos. Uma coisa podemos dizer que somos dependentes da hipocrisia e da injustiça de um país que a cada ano nos envergonha. Um país que foi enganado pela Europa até no dia em que se tornou independente e que ainda não aprendeu a lição.

CPI concluída processos abertos, culpados condenados e punidos: Isto não é um ato de vingança ou solução extra - eleitoral. É um brado coletivo de pessoas que querem ser cidadãos e de um povo que quer ser uma nação.

Ideologia política

Eureca! Foi o que disse o famoso físico, teólogo Albert Einstein ao fazer uma descoberta que mudaria a vida de todos nós. Hoje anos depois essa palavra, que poderia ser o foco de todas as ideias virou lenda assim como o seu criador. Einstein se foi e deu lugar a famosa ideologia política, homens que ditam como louca a maneira de como o mesmo via a vida, em cada piscar de olhos era uma descoberta, o querer mudar as coisas sem se preocupar com os outros, mas querer que suas ideias fossem usufruídas por todos.
A pobreza e a miseria que vive o Brasil hoje é por culpa da formação das ideias políticas, homens que só pensam no seu umbigo fazem do nosso país um sonho mesquinho de ideias pobres e de bolsos fartos pelo meu, pelo seu dinheiro. Talvez o nosso modo de pensar seja um risco de vida e a ideia que temos deste país é somente um sonho mesquinho.
Um país onde o combustível deveria ser a educação crianças acreditam que só a vida sexual pode garantir a elas um futuro sem fome, mesmo sabendo que esse futuro será regado por um dinheiro sujo. O Brasil é hoje sustentado por uma coluna de viciados, pessoas que tentam se esconder das verdades da vida atrás de um cigarro de maconha, pessoas que vivem pelo prazer das drogas e a necessidade do sexo. Que pessoas são essas? Somos nós homens.
Nós somos os culpados do Brasil ser o que é fomos nós que abraçamos essa ideologia falsária, agora não adianta sair por ai quebrando as coisas, nos drogando eles nunca vão nos ouvir. Não adianta sair por ai dizendo os defeitos do país, querendo mudar o mundo, metendo o pau nos nossos inimigos maiores que graças ao nosso voto estão no poder.
Só vamos mudar os defeitos deste país se fizermos igual a eles. “olharmos primeiro o nosso umbigo.”
O vamos deixar que Einstein veja o seu sonho de mudar o mundo, morrer em cima do muro?